Pessoa com chip Neuralink poderá vencer um jogador profissional em até dois anos, diz Musk

Conforme o bilionário, o objetivo da empresa é estreitar a relação entre humanos e inteligência artificial

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
04 de Agosto de 2024 - 16:45
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O CEO da Neuralink, Elon Musk, prevê que, em breve, pessoas com implantes cerebrais da empresa poderão superar jogadores profissionais de videogame devido à maior velocidade de reação. As informações são do jornal O Globo.

“Nos sentimos bastante confiantes de que, no próximo ano ou dois, alguém com um implante da Neuralink seria capaz de superar um jogador profissional porque o tempo de reação seria mais rápido”, afirmou, em entrevista à Revista Fortune. 

Conforme o bilionário, o objetivo da Neuralink é estreitar a relação entre humanos e inteligência artificial, permitindo uma comunicação mais rápida e eficiente.

A empresa realizou os primeiros testes em humanos, com resultados promissores em restaurar funções motoras e visuais, segundo a própria companhia. 

Musk destaca que o foco inicial é tratar condições neurológicas, mas que a tecnologia tem potencial para expandir os limites da cognição humana. 

A promessa é de que o chip tenhas seguintes funções:

  • Tratar primeiro os neurônios danificados na medula espinhal, pescoço ou cérebro, como os primeiros pacientes da empresa;
  • Permitir a visão em diferentes partes do espectro de luz, como ultravioleta ou infravermelho. Assim, as pessoas enxergariam coisas que não são normalmente visíveis ao olho humano.

Em março deste ano, a Neuralink realizou o primeiro implante de chip cerebral em um humano, permitindo que o tetraplégico Noland Arbaugh controlasse videogames com a mente

Chip já apresentou falhas

O primeiro paciente que recebeu um chip cerebral da Neuralink, empresa do bilionário Elon Musk, sofreu perda de conexão de 85% dos fios que ligavam o implante ao órgão.

Nolan Arbaugh, 30, é tetraplégico e se inscreveu para os primeiros testes do dispositivo em humanos. Mas, apesar de progressos iniciais, o experimento começou a falhar em poucas semanas.

A empresa de Musk já havia admitido, no início do mês, que o dispositivo implantado no jovem havia enfrentado problemas, com a diminuição no número de eletrodos efetivos, mas não havia ainda publicizado quantos.



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