Poodle que pertencia a tutora com síndrome de Down é atacado e morto por pitbull

O caso ocorreu no bairro Barra, em Salvador, na última quinta-feira (25)

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
26 de Abril de 2024 - 22:50
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Após ser atacado por um pitbull, um poodle chamado Marvin morreu no bairro Barra, em Salvador, na última quinta-feira (25). O acidente ocorreu quando o cão passeava com a tutora, uma jovem de 12 anos, que tem síndrome de Down. 

As informações são do g1. A adolescente deixou Marvin preso com uma coleira na entrada do restaurante da família dela. Já o pitbull estava solto na rua e atacou o poodle. 

"Ele [Marvin] desceu da coleira e o pitbull avançou em cima dele. Pegou pela cintura e saiu puxando. Tentamos tirar de tudo que foi jeito, mas quando soltou, foi tarde demais", contou Tiago Santos, funcionário do comércio que viu o ataque. 

A adolescente está abalada com a perda do cachorro, conforme informou Dira Ramos, mãe dela. "Ela está em estado de choque, porque o cachorrinho fazia parte da nossa família. A gente está em uma situação complicada, porque ela não para de falar, está com medo", disse.

Cinco pessoas tentaram salvar o poodle, mas não tiveram sucesso. "Quero resposta para isso, porque a gente vê as pessoas passando com os cachorros sem focinheira e coleira. Quantos cachorros serão mortos e pessoas atacadas para que isso acabe?", questionou. 

Caso Roseane Murray

A escritora Roseana Murray foi atacada por três pitbulls em Gravatá, em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, na manhã do dia 5 de abril. Segundo o relato de uma amiga concedido ao g1, a mulher foi arrastada e teve parte de um dos braços arrancada com mordidas dos animais. 

Roseana foi encaminhada ao Hospital Estadual Alberto Torres (Heat), em São Gonçalo, na Baixada Fluminense, após ter sido levada de helicóptero em estado grave. A escritora teve graves ferimentos na cabeça e nos braços.

Os animais foram levados para um lar temporário até o fim da perícia onde ocorreu o ataque.

Os tutores foram identificados como Kayky da Conceição Dantas Pinheiro, Ana Beatriz da Conceição Dantas Pinheiro e Davidson Ribeiro dos Santos. Eles foram proibidos pela justiça de adquirir outros animais domésticos até o julgamento do mérito do habeas corpus.



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