Roubos e furtos de celulares caem 12% no Ceará; veja indicadores

Dados foram divulgados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, nesta quinta-feira (24)

Escrito por Renato Bezerra renato.bezerra@svm.com.br
24 de Julho de 2025 - 19:59
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No intervalo de um ano, o número de ocorrências de celulares roubados e furtados caiu 12,4% no Ceará. Os indicadores, referente ao ano de 2024, estão na 19ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgados nesta quinta-feira (24) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 

Em números absolutos, foram registrados 39.084 furtos e roubos de celulares no Ceará no ano de 2023, enquanto no ano passado as ocorrências caíram para 34.392, resultando numa taxa de 209,7 roubos e furtos para cada grupo de 100 mil habitantes. 

Levando em consideração somente os roubos, quando há ameaça ou violência cometida contra a vítima, o Estado teve 22.850 ocorrências registradas em 2023 e 19.362 em 2024, uma redução de 15,6%. Já em relação aos furtos, a redução foi de 7,8% no mesmo intervalo, com 15.030 ocorrências no ano passado, e 16.234 no ano anterior. 

Para a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o resultado positivo têm relação com a instauração do Programa Meu Celular, desenvolvido pelo Governo do Ceará, que visa auxiliar na recuperação de celulares e tablets roubados, furtados ou perdidos no estado.

"Desde o lançamento da plataforma, em abril de 2024, até o dia 23 de julho de 2025, o programa Meu Celular já recuperou 8.942 aparelhos em todo o Ceará. Além da recuperação dos aparelhos, são realizadas ofensivas no âmbito da operação Meu Celular, com o objetivo de desarticular grupos especializados em roubo e furto de celulares", cita a Pasta. 

Dias com mais ocorrências

Ainda conforme o Anuário de Segurança, a maior incidência de roubos de celulares no Brasil acontece nas quintas e sextas-feiras, com 29,8% de ocorrências em 2024. O crime acontece principalmente entre as 6h e 8h da manhã, e no fim do dia, entre 19h e 20h. 

Os furtos, no entanto, acontecem mais aos fins de semana, concentrando 34% dos registros deste crime no país no ano passado. Os horários mais críticos, segundo o levantamento, são às 10h e entre as 18h e 20h. 



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