A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse no início de seu voto no julgamento da tentativa de golpe de Estado que na ação penal "pulsa o Brasil que me dói". "O que há de inédito, talvez, nessa ação penal, é que nela pulsa o Brasil que dói. A presente ação penal é quase um encontro do Brasil com o seu passado, o seu presente e com o seu futuro", declarou, na tarde desta quinta-feira (11). A ministra defendeu a Constituição e disse que o "descontínuo da história" do País se dá em grande por práticas de "rupturas institucionais, constitucionais e políticas".