Covid-19: Bolsonaro se reúne com chefes de poderes, ministros e governadores para discutir medidas

Encontro ocorre um dia depois de o Brasil registrar novo recorde de óbitos pelo novo coronavírus

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
24 de Março de 2021 - 08:46
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O presidente Jair Bolsonaro se reúne, na manhã desta quarta-feira (19) com chefes de poderes, ministros e governadores para discutir medidas de combate à pandemia de Covid-19. Os participantes do encontro começaram a chegar por volta de 8h10 ao Palácio da Alvorada. As informações são do portal G1.

A reunião se dá um dia depois de o Brasil ter batido novo recorde no número de mortos pelo novo coronavírus — é o pior momento da doença no País.

Devem participar da reunião o vice-presidente da República, Hamilton Mourão; o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux; o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG); o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL); o procurador-geral da República, Augusto Aras; o ministro do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas.

O recém-empossado ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também deve estar presente, além dos demais 21 ministros do Governo Federal.

Já os governadores Marcos Rocha (Rondônia); Ratinho Júnior (Paraná); Renan Filho (Alagoas); Romeu Zema (Minas Gerais); Ronaldo Caiado (Goiás) e Wilson Lima (Amazonas) também devem participar do encontro.

A reunião desta quarta, segundo o Planalto, intenta "fortalecer o ambiente de união nacional para prevenção e combate ao vírus da Covid-19, além de ser um espaço para discussão de ações institucionais conjuntas".

Pior momento da pandemia 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) enxerga a situação do Brasil com "grande preocupação", uma vez que o país é o segundo do mundo em maior número de mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

A entidade tem cobrado maior seriedade na atuação do governo, e prefeitos do País têm cobrado de Bolsonaro a coordenação nacional das medidas contra a pandemia.

Em pronunciamento na noite dessa terça (23), o presidente disse estarem "garantidas" 500 milhões de doses de imunizante até o fim de 2021. O discurso ocorreu em momento de intensas críticas a Bolsonaro pela condução política do enfrentamento à Covid-19.

O agravamento do quadro da doença já fez Bolsonaro mudar comportamentos sobre a enfermidade: passou a usar máscaras — as quais eram criticadas por ele — em eventos oficiais e disse que o Governo Federal buscará imunizantes para toda a população, já tendo criticado a pressa pela vacina.



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