Ditadura não se comemora, se combate
É fundamental que lembremos do golpe como fator histórico, e nada mais que isso. A Ditadura Militar no Brasil deixou marcas sentidas até hoje
Comemorar o Golpe Militar de 1964 é comemorar a barbárie. Os assassinatos, o cerco às liberdades individuais e o esquecimento aos mais vulneráveis foram as marcas mais tristes da nossa história recente deixadas por quem governou o Brasil em um regime excludente e criminoso.
É fundamental que lembremos do golpe como fator histórico, e nada mais que isso. A Ditadura Militar no Brasil deixou marcas sentidas até hoje. Na democracia, precisamos repudiar qualquer aceno a um período de dor e autoritarismo que os verdadeiros patriotas sofreram neste País.
As instituições brasileiras que atuam, hoje, em regime democrático não podem permitir que inimigos da democracia usem do recurso público e/ou do espaço institucional nos mandatos parlamentares e no Executivo para homenagear um dos períodos mais crueis da nossa história.
O dia 31 de março de 1964 precisa ser lembrado sempre como uma data que nunca mais deverá se repetir em nosso País, nem em qualquer lugar no mundo. Figuras antidemocráticas que perpetuam a ignorância social não podem ocupar espaço nos holofotes da democracia.
Os brasileiros, aqueles verdadeiramente patriotas, jamais podem normalizar esse tipo de insulto às liberdades democráticas, em respeito, sobretudo, à população que deu a vida na luta contra o regime opressor. A história ensina.
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