Consultor sugere consignado para quem tem Auxílio Brasil
Sérgio Melo, da SM Consultoria, diz que é boa providência usar o consignado para amortizar débitos que tem taxas de juros maiores.
O Governo Federal autorizou, desde a última terça-feira, o empréstimo consignado aos contemplados com o Auxílio Brasil e Benefício de Prestação Continuada (BPC).
A Lei 14.431, publicada em 3 de agosto deste ano, limitou o valor do consignado em até 40% do repasse do Auxílio Brasil, num prazo máximo de 24 meses. Isto quer dizer que, com o benefício de R$ 600, o cidadão pode contratar um empréstimo de, no máximo, R$ 240.
Sobre este assunto, a coluna ouviu o consultor Sérgio Melo, da SM Consultoria, e ele explicou o seguinte:
O custo da operação, embora, ao primeiro olhar, pareça caro, é a alternativa menos custosa quando comparada com outras formas de captação de recursos.
De acordo com o Banco Central do Brasil, a taxa média de empréstimo para pessoa física é de 6,31% ao mês; o cheque especial apresenta uma taxa de 6,78%; e, por fim, o custo de parcelamento do cartão de crédito tem uma taxa média mensal de 11,02%.
Sérgio Melo diz que a diferença é muito grande, e por esta razão é recomendável que sejam feitas antecipações do Auxílio Brasil e BPC, e com tal valor sejam amortizados débitos com taxas de juros maiores.
Eis aí um bom conselho!
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