Câmaras Setoriais do Agro: Faec chama Sedet para coordenar

Amílcar Silveira, presidente da Federação da Agricultura, e Sílvio Carlos Ribeiro, secretário Executivo do Agronegócio, constroem bom entendimento.

Escrito por
Egídio Serpa egidio.serpa@svm.com.br
(Atualizado às 06:56)
Legenda: Faec e Sedet estão construindo um bom ambiente para as Câmaras Setoriais da Agropecuária do Ceará
Foto: Diário do Nordeste
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Menos de 48 horas depois de haver anunciado que as Câmaras Setoriais ligadas à agropecuária decidiram trocar a Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), o presidente da Federação da Agricultura (Faec) e o secretário Executivo do Agronegócio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (Sedet) conversaram ao telefone e construíram juntos um caminho para o entendimento.

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Esta coluna pode informar que o presidente da Faec, Amílcar Silveira, e o secretário Sílvio Carlos Ribeiro entenderam que, agora sob novo pálio, as Câmaras Setoriais continuarão mantendo estreito vínculo com a Sedet.

E mais do que isto: a Sedet, por meio de sua Secretaria Executiva do Agronegócio, deverá coordenar as Câmaras Setoriais, tomando parte de suas reuniões mensais que, a partir de agora, se realizarão na sede da Faec, na Avenida Eduardo Girão, 317, no bairro do Jardim América. 

Um agropecuarista que pediu o anonimato disse que “as lideranças do agro têm espírito dinâmico, empreendedor e capacidade de articulação, com representatividade institucional por meio da Faec”, acrescentando que vê com otimismo a efetiva aproximação da entidade com a Sedet, “revelador da boa relação entre as partes”.

Outra informação de que dispõe esta coluna é a de que o secretário da Casa Civil, Chagas Vieira, está interessado em agendar para os próximos dias uma reunião da liderança empresarial da agropecuária cearense com a governadora Izolda Cela, ideia aplaudida pelo presidente da Faec que a vê como “desanuviadora”.

O que motivou a decisão dos presidentes das Câmaras Setoriais da agropecuária de abandonar a Adece e de optar pela Faec foi a atitude da presidência da agência, que, “simplesmente, deu as costas para um dos mais importantes setores da economia do Ceará”, como disse um médio pecuarista da área de lacticínios.  

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