Brasil e China unem-se pela energia solar e hidrogênio verde

Na peróxima quinta-feira, em São Paulo, empresários brasileiros e chineses tratarão de como fortalecer o mercado bilateral entre os dois países para ampliar negócios na geração de energia

Matéria por  Egídio Serpa
09 de Julho de 2024 - 03:16
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Juntaram-se a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a Associação da Indústria Fotovoltaica da China (China Photovoltaic Industry Association – CPIA), a ApexBrasil, o Governo Federal do Brasil e o Governo da China para promover, quinta-feira, 11, um encontro exclusivo para debater o fortalecimento do mercado bilateral entre Brasil e China, em especial para ampliar os negócios nas áreas de energia solar, armazenamento e hidrogênio verde.

O evento, que acontecerá na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), na capital paulista, será o primeiro do gênero no país, tendo a primeira edição realizada em Shangai, China, em 2023. O debate integra parte das iniciativas previstas no acordo de cooperação assinado em 2022 entre a Absolar e a CPIA.
 
Durante o encontro, representantes das entidades, dos governos brasileiro e chinês e do setor privado fotovoltaico vão debater as perspectivas de desenvolvimento de novos negócios nos dois países, bem como de atração de mais investimentos no Brasil e intercâmbio tecnológico.    
 
A programação contará com palestras focadas nas iniciativas governamentais e oportunidades de cooperação, incluindo em áreas técnica e tecnológica, para fortalecer o desenvolvimento do setor solar no comércio bilateral entre os países. O evento terá ainda tradução simultânea para português e mandarim.
 
Para o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia, o encontro é mais um importante passo para aproximar os setores, os mercados e os empreendedores brasileiros e chineses, uma vez que Brasil e China são considerados dois dos principais ecossistemas da fonte solar fotovoltaica do mundo. 
“A colaboração entre Absolar e CPIA é eixo cada vez mais central para o intercâmbio de informações e experiências, o compartilhamento de boas práticas e políticas de sucesso, bem como a construção de pontes entre os setores solares do Brasil e da China”, detalha Sauaia.
 
Para Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, o grande propósito da relação bilateral é proporcionar um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento de novos negócios, dentro de um espaço de mais sinergias em prol do crescimento da energia solar em seus mercados. 

“A China é referência mundial no desenvolvimento da tecnologia solar fotovoltaica e a fonte solar possui um potencial imenso de geração de emprego verde e renda, atração de investimentos e proteção do meio ambiente”, concluiu Koloszuk.



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