BNB alcança R$ 41,6 bilhões no saldo de aplicações em nove meses

Uma alta de 16,6% em relação ao mesmo período de janeiro a setembro do ano passado. O lucro líquido no terceiro trimestre bateu em R$ 601,4 milhões.

Matéria por  Egídio Serpa
14 de Novembro de 2023 - 04:00
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Saiu ontem o balanço do Banco do Nordeste (BNB) relativo ao terceiro trimestre deste ano de 2023. Nos meses de julho, agosto e setembro, o BNB alcançou o montante de R$ 41,6 bilhões em operações de crédito, uma alta de 16,6% em relação ao volume alcançado no período de janeiro a setembro de 2022. 

O lucro líquido do terceiro trimestre foi de R$ 601,4 milhões, acumulando R$ 1,5 bilhão nos nove primeiros meses deste exercício. Esse resultado representa um aumento de 19,1% em relação ao lucro de R$ 1,3 bilhão apurado nos primeiros nove meses de 2022.

“O desempenho do BNB neste terceiro trimestre confirma nossas expectativas e reforça o potencial de crescimento e de investimentos da região. Além de bater um novo recorde no volume de contratações, o acumulado até setembro representa 78% do que projetamos em termos de aplicações com o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para o ano de 2023, deixando apenas 22% do que está projetado para o último trimestre. Estamos trabalhando para poder ampliar a capacidade de negócios e de concessão de crédito do Banco do Nordeste e, assim, atender à crescente demanda de pedidos de financiamento” explica o presidente do BNB, Paulo Câmara.

O índice de Eficiência Operacional do BNB ao final do terceiro trimestre alcançou 50,8%, o que representa uma redução de 2,2 pontos percentuais em relação a setembro de 2022. Esse indicador aponta quanto custa para o banco gerar receitas. 
“Neste caso, quanto menor for o índice de eficiência, melhor. É um indicador importante para uma instituição financeira. Para saber se um banco está mais ou menos eficiente, é preciso observar a evolução histórica desse índice”, explica o presidente do BNB.

A rentabilidade sobre o Patrimônio Líquido Médio em setembro de 2023 chegou a 21,5% ao ano, mantendo-se estável em relação ao mesmo período de 2022, mas já representou uma ligeira melhora sobre os 20,3% atingidos no final do segundo trimestre. 

Houve, no terceiro trimestre, constituição de provisão para risco de crédito prudencialmente contabilizada pelo Banco em suas demonstrações. Essa contabilização impactou o desempenho do indicador, que poderia ter alcançado desempenho ainda melhor.

 



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