Beto Studart anuncia maior piscina do Brasil

Localizada no 3º piso do BS Gold, em construção, ela terá 198 m² e volume de água de 193,87 m³, com borda transparente e parede de vidro.

Matéria por  Egídio Serpa
15 de Maio de 2025 - 06:02
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Ontem, esta coluna conversou com Beto Studart, controlador de um grupo de empresas que atuam na áreas financeira, na de incorporação imobiliária e na da construção civil. Na véspera, ele havia participado, em Recife – na companhia dos seus amigos Ricardo Cavalcante, presidente da Fiec, e Fernando Cirino Gurgel, que hoje se destaca em grandes empreendimentos de energias renováveis com parceiros nacionais e estrangeiros – da festa de 90 anos do Grupo JCPM, liderado por João Carlos Paes Mendonça, dono da maior rede de shoppings do Nordeste.

“Foi um evento que reuniu lideranças empresariais e políticas da região nordestina”, contou Studart.

A conversa com Beto Studart girou em torno do seu BS Gold, o primeiro de quatro empreendimentos imobiliários que integrarão a Quadra BS, criando um novo referencial urbano em Fortaleza, no terreno que compreende o quadrilátero Desembargador Leite Albuquerque, Santos Dumont, Professor Dias da Rocha e Senador Virgílio Távora. Ele chama atenção para um detalhe até agora mantido sob sigilo:

“O BS Gold, um condomínio residencial, terá como um dos grandes diferenciais, a maior piscina em borda transparente do Brasil”, revelou ele, adiantando que o empreendimento será entregue em 2027. Studart transmitiu mais detalhes:

“Com sistema de aquecimento, a piscina, que ocupará o terceiro andar do edifício, terá área de 198 metros quadrados com volume de água de 193,87 metros cúbicos. Sua raia será de 20m, com profundidade média de 1 metro e perímetro envidraçado de 32 metros. Todo o ambiente contará ainda com revestimento de Pedra Jade de 10x10 centímetros. Ela terá vistas para as ruas Desembargador Leite Albuquerque e Professor Dias da Rocha. Outra característica do ambiente: a piscina terá borda transparente com parede de vidro.”

As obras do BS Gold – com 80% de suas unidades já vendidos – prosseguem em ritmo de frevo “e ficarão prontas no prazo estabelecido pelo cronograma”, disse Beto Studart, citando outros diferenciais do edificio:

O projeto paisagístico prevê calçadas de 7,5 metros de largura, algo inédito nesta capital. Seus pavimentos destinados a garagens de veículos terão tomadas para a recarga de carros elétricos. O salão de festas, equipado com palco e bar, terá tratamento acústico. Haverá, ainda, área para os animais de estimação (“pet place”), incluindo “pet care” (área de cuidados).

Na cobertura, no 28º piso do edifício, haverá um Golden View, com espaço gourmet e lounge panorâmico. O BS Gold terá cinco elevadores “hight speed” (de alta velocidade) codificados.

O projeto arquitetônico é de Daniel Arruda, o mesmo que projetou o BS Design e que finaliza o projeto do BS Steel, que será o primeiro edifício de Fortaleza com estrutura de aço, para o que trabalham as siderúrgicas ArcelorMittal e Gerdau na definição do melhor aço para uso nesse empreendimento, que será erguido também na mesma Quadra BS.

BALANÇO DA AZUL MOSTRA UM PREJUÍZO AJUSTADO

Saiu o balanço financeiro da Azul Linhas Aéreas relativo ao primeiro trimestre deste ano. Ele veio com um prejuízo líquido ajustado de R$ 1,82 bilhão, ou seja, mais de cinco vezes maior do que o prejuízo do ano passado de 2024. Sem ajustes, a Azul teve resultado líquido positivo no primeiro trimestre de R$ 783 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 1,12 bi de um ano antes.

De acordo com o balanço, a Azul teve uma queda de 29,4% no desempenho operacional medido pelo Ebitda. Essa queda foi de R$ 1,38 bilhão entre janeiro e o fim de março, com a margem recuando de 30,3% para 25,7%. A receita líquida total da Azul, porém, subiu 15,3% no período, alcançando R$ 5,39 bilhões, apesar de uma queda de 3,5% no indicador de preços de passagens.

A companhia, até agora a única empresa aérea em operação no país que não precisou recorrer a um processo de recuperação judicial para reestruturar suas finanças, terminou com uma alavancagem financeira de 5,2 vezes ante 3,7 vezes no primeiro trimestre do ano passado.

Por causa de tudo isso somado, as ações da Azul caíram mais de 16%.



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