A ‘dança das cadeiras’ de técnicos da Série A segue intensa. Com a saída do treinador português Luís Castro do Botafogo, ao aceitar proposta do Al-Nassr, da Arábia Saudita, mais da metade dos times mudou de comandante desde o início da competição - antes do fim do 1º turno.
O time carioca agora busca um substituto, missão realizada por outras 10 equipes: Atlético-MG, Athletico-PR, Corinthians, Coritiba, Cuiabá, Flamengo, Goiás, Santos, São Paulo e Vasco.
Assim, o Fortaleza faz parte da minoria. Com o argentino Juan Pablo Vojvoda desde a temporada de 2021, o Leão detém o 2º trabalho mais longevo do Brasileirão, com quase 800 dias. Na 1ª divisão nacional, quem tem o maior tempo é Abel Ferreira, no Palmeiras, com 2 anos e oito meses.
Os demais que seguem no mesmo time desde o início são: os portugueses Renato Paiva (Bahia), Pepa (Cruzeiro) e Pedro Caixinha (Red Bull Bragantino), além de Vagner Mancini (América-MG), Fernando Diniz (Fluminense), Renato Gaúcho (Grêmio) e Mano Menezes (Internacional).
Mudanças de técnicos na Série A de 2023
- América-MG: Vágner Mancini (432 dias)
- Atlético-MG: Eduardo Coudet ➡️ Felipão
- Athletico-PR: Paulo Turra ➡️ Wesley Carvalho
- Bahia: Renato Paiva (206 dias)
- Botafogo: Luís Castro ➡️ Claudio Caçapa
- Corinthians: Fernando Lázaro ➡️ Cuca ➡️ Danilo ➡️ Luxemburgo
- Coritiba: António Oliveira ➡️ Antônio Zago
- Cuiabá: Ivo Vieira ➡️ António Oliveira
- Cruzeiro: Pepa (102 dias)
- Flamengo: Mário Jorge ➡️ Jorge Sampaoli
- Fluminense: Fernando Diniz (426 dias)
- Fortaleza: Juan Pablo Vojvoda (787 dias)
- Grêmio: Renato Gaúcho (302 dias)
- Goiás: Emerson Ávila ➡️ Leonardo Galbes ➡️ Armando Evangelista
- Internacional: Mano Menezes (432 dias)
- Red Bull Bragantino: Pedro Caixinha (202 dias)
- Palmeiras: Abel Ferreira (973 dias)
- Santos: Odair Helmann ➡️ Claudiomiro ➡️Paulo Turra
- São Paulo: Rogério Ceni ➡️Dorival Júnior
- Vasco: Maurício Barbieri ➡️William Batista