Ceará negocia renovação de contrato com atacante Erick; veja detalhes e multa milionária atual

O atacante é o principal destaque alvinegro na temporada, com 12 gols

Matéria por  Alexandre Mota
17 de Junho de 2023 - 14:40
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O Ceará negocia a renovação de contrato com o atacante Erick, principal destaque do elenco. Com contrato até o fim de 2023, o atleta pode assinar pré-contrato com qualquer equipe no momento, mas também conversa com a gestão alvinegra, que tem interesse em uma continuidade do camisa 11.

Com 25 anos, o atleta atravessa o grande momento da carreira. Em 32 jogos, foram 12 gols e 10 assistências na atual temporada. A chegada em Porangabuçu foi em 2021, adquirido junto ao Braga-POR por 400 mil euros (cerca de R$ 2,45 milhões) por 50% dos seus direitos econômicos.

O objetivo do departamento de futebol é valorizar o jogador com aumento salarial e também se resguardar de investidas do mercado. A janela de transferência no Brasil funciona entre 3 de julho e 2 de agosto. Apesar de sondagens, como do São Paulo, a cúpula alvinegra não recebeu ofertas.

Internamente, há confiança em uma expansão contratual. Companheiros de Erick, como os volantes Caíque e Arthur Rezende, também utilizaram as redes sociais para pedir a renovação.

Multa milionária

O contrato de Erick com o Vovô vai até dezembro. Ele chegou a Porangabuçu em julho de 2021.
Legenda: O contrato de Erick com o Vovô vai até dezembro. Ele chegou a Porangabuçu em julho de 2021.
Foto: Thiago Gadelha / SVM

A manutenção de Erick é tida como fundamental para a disputa do Ceará na Série B, mas é importante ressaltar: o contrato segue até dezembro de 2023. Independente de existir a renovação ou não, o trabalho de prevenção é ainda para ter o jogador na briga pelo acesso.

O Diário do Nordeste apurou que a multa rescisória atual é cerca de R$ 30 milhões para o mercado nacional e R$ 50 milhões para exterior. Em caso de uma proposta, apesar do período final do vínculo, a cúpula alvinegra exigirá um alto investimento da equipe interessada para a liberação.

O caso é similar ao atacante Luciano Juba, do Sport. Apesar de firmar pré-contrato com o Bahia para setembro, o time pernambucano não autoriza a saída antecipada do atleta, que tem um vínculo encerrando em agosto, sem uma compensação. O Leão da Ilha recusou uma oferta baiana para a liberação de R$ 2,5 milhões, por exemplo.

Logo, apesar de perdê-lo sem custos a partir de agosto, o foco é a importância em campo. O mesmo se aplica ao Ceará, que foca no retorno à 1ª divisão nacional e também tenta uma renovação.



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