Fortaleza suspende vacinação de grávidas sem comorbidades

Decisão atende recomendação do Ministério da Saúde e vale até que Governo do Estado decida como processo deve acontecer

Matéria por  Redação
12 de Maio de 2021 - 13:20
capa da noticia

Fortaleza seguirá vacinando gestantes e puérperas na 3ª fase da campanha de imunização contra a Covid-19, porém apenas aquelas que possuem comorbidades. A medida tem como base orientação do próprio Ministério da Saúde.

A informação foi dada pela secretaria de saúde de Fortaleza, Ana Estela Leite, e vale até que o Centro de Operações de Emergência do Governo do Estado delibere como o processo deve acontecer. Especialistas do órgão estão reunidos nesta quarta-feira (12).

Até então, mesmo com a recomendação da  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de suspender a vacinação para este público com o uso da AstraZeneca, Fortaleza continuou a imunização com a vacina da Pfizer, abrangendo todo o grupo.

"Em Fortaleza, nessa terceira fase, nós estávamos vacinando as gestantes e puérperas com a vacina da Pfizer. Está havendo agora pela manhã uma discussão do comitê estadual, com várias autoridades da ginecologia, obstetrícia para ver como será a posição aqui no Estado. Por enquanto, a gente mantém suspensa aqui no município, até que haja uma nova deliberação", disse a secretária. 

Recomendação do Ministério da Saúde 

Segundo o Ministério da Saúde, a aplicação no País está liberada com o uso da CoronaVac e da vacina da Pfizer, mas somente em grávidas e puérperas com comorbidades, ou seja, doenças pré-existentes, até que novos posicionamentos sejam emitidos. 

"O PNI (Programa Nacional de Imunização) e o Ministério estão agindo por cautela. E assim deve ser feito quando a gente está em estágio inicial de estudo, com uma doença nova", pontuou Raphael Câmara Medeiros, titular da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS), durante entrevista coletiva da Pasta na noite desta terça-feira (11). 

Segundo o ministério, eventos adversos de vacinas contra o coronavírus são extremamente raros. Até a terça-feira (11), das 22.295 gestantes imunizadas contra a Covid-19 no País (somadas as aplicações das vacinas da AstraZeneca, Pfizer e CoronaVac), foram registrados 408 eventos adversos - e somente 11 foram considerados graves. Oito deles já tiveram a relação com a vacina descartada.



Você atingiu o limite de matérias gratuitas desse mês, adquira uma assinatura digital para desbloquear esta notícia e mais do melhor jornalismo local

Já é assinante? Entre com sua conta
Logo

Tenha acesso ilimitado ao maior portal de notícias do Nordeste

DN FREE

Crie uma conta gratuita e desbloqueie o conteúdo completo.
Gratuito
Acesse mais conteúdos de forma gratuita
Fique conectado às principais notícias e assuntos que movimentam o Nordeste
Explore conteúdos com credibilidade e mantenha-se sempre bem informado

DN MENSAL

Acesso ilimitado a todo conteúdo digital.
R$ 1200 /mês

Tudo do plano gratuito, e:

App Diário do Nordeste
Diário do Nordeste: Assinatura Digital
Diário do Nordeste: Assinatura Física

DN ANUAL

60 dias gratuitos. Acesso ilimitado a todo conteúdo digital.
R$ 12000 /ano

Tudo do plano gratuito, e:

Diário do Nordeste: Assinatura Digital

Teste Cartão Rede

Teste Cartão
R$ 1000 /mês

Tudo do plano gratuito, e:

Teste Limitação

Teste-teste
R$ 990 /mês

Tudo do plano gratuito, e:

Diário do Nordeste: Assinatura Digital

Precisa de Ajuda?

Entre em contato com a nossa central de atendimento: