O processo de apresentação de candidaturas para receber a competição daqui quatro anos foi iniciado em março e a CBF ganhou respaldo do governo federal para abrir as portas para mais um grande evento esportivo em solo verde-amarelo após sediar a Copa do Mundo masculina em 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
"A CBF acabou de oficializar a candidatura do Brasil para receber a Copa do Mundo feminina. Com todo o equipamento esportivo e de infraestrutura que dispomos, acreditamos que vamos fazer um belo Mundial", afirmou Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, logo após assinar o documento. "Receber a Copa do Mundo faz parte do nosso projeto de crescer cada vez mais o futebol feminino pelo País, que é um dos pilares da minha gestão", acrescentou.
O aval do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, motivou a CBF a acelerar sua inscrição, na intenção de sair na frente em possível concorrência. Em 2023 a competição será na Austrália e na Nova Zelândia, em julho.
"Eu quero te dar os parabéns e dizer para você, Ednaldo, que o governo, através da Presidência, do Ministério do Esporte, do Itamaraty, estará à disposição da CBF para fazer o que for necessário para que a gente consiga trazer, em 2027, a Copa do Mundo Feminina para o Brasil", afirmou Lula, na ocasião. "Será um evento extraordinário, motivador da construção de uma consciência política junto ao povo brasileiro."
Próximos passos
Inspeções da Fifa aos países candidatos começaram em fevereiro de 2024. Três meses mais tarde, o Conselho da entidade selecionará até três candidaturas para participar da votação decisiva em seu Congresso, quando será anunciada a sede da Copa Feminina, no dia 17 de maio.