Rock in Rio terá agentes infiltrados da Polícia Civil entre o público nos dias de show

No total, mais de 1.700 policiais irão atuar na segurança do evento, tanto na Cidade do Rock como em delegacias da região

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
12 de Setembro de 2024 - 19:21
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O Rock in Rio, que acontece neste mês de setembro no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, vai contar com policiais infiltrados no meio do público em todo o evento. Segundo a Polícia Civil do Rio, os agentes de segurança só irão se identificar em caso de flagrantes de algum crime na Cidade do Rock. A ação faz parte da estratégia da segurança do evento, afirmou o secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, na tarde desta quinta-feira (12). As informações são do jornal O Globo.

Entre outras medidas de segurança, a PC divulgou ainda que imagens do público geradas por câmeras de segurança na entrada do evento serão compartilhadas com a polícia, que usará um software de reconhecimento facial para identificar suspeitos. A polícia citou ainda o monitoramento de suspeitos que costumam atuar em eventos, principalmente com o furto de celulares.

"Com apoio da subsecretaria de Inteligência e da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), também estamos monitorando quadrilhas de outros estados e do exterior que costumam atuar em eventos, principalmente com o furto de celulares. Passamos uma lista com centenas de suspeitos de envolvimento com essas quadrilhas para a PM e a organização do Rock in Rio", informou o secretário.

A Polícia Civil informou que, no total, mais de 1.700 agentes irão atuar na segurança do evento, tanto na Cidade do Rock como em delegacias da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá, pontos estratégicos que serão como centrais de flagrantes de crimes de maior gravidade. Dessas equipes, 714 profissionais estarão na Cidade do Rock.

"Entre esses agentes, estarão equipes de delegacias especializadas no atendimento de mulheres vítimas de violência domestica, de crianças e adolescentes. E também que atendem casos de intolerância religiosa e questões raciais. Os casos de menor potencial ofensivo poderão ser avaliados num posto do Juizado Especial Criminal (Jecrim) no estádio. Mobilizamos também peritos que poderão, no caso de flagrantes de venda ou uso de drogas, emitir laudos no próprio local", finalizou o delegado.



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