Luana Piovani é processada por Sari Corte Real, do caso Miguel, que pede R$ 50 mil por danos morais

Sari Corte Real é acusada de ser responsável pela morte do menino Miguel Otávio Santana da Silva, filho de sua ex-empregada

Matéria por  Redação
18 de Janeiro de 2025 - 19:38
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A atriz Luana Piovani está sendo processada por danos morais por Sari Corte Real, acusada pela morte do menino Miguel Otávio Santana da Silva, ocorrida em junho de 2020, em Recife. O processo tramita no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE). A ação movida por Sari é uma resposta a um desabafo feito pela atriz nas redes sociais em junho de 2024. 

Na época, Luana criticou o judiciário pernambucano e exigiu a prisão de Sari, afirmando que sua “crueldade assentada no pacto corrupto da branquitude precisa ter fim”.

Sari alega que o desabafo de Luana Piovani no Instagram prejudicou sua imagem perante a opinião pública. Ela pede uma indenização de R$ 50 mil por danos morais e afirma que passou a receber ameaças e a temer por sua segurança após a publicação de Luana, e que seus familiares também foram alvo de intimidações. 

Na ação, ela anexou mensagens que teria recebido após a publicação da atriz.

No processo, Luana Piovani foi intimada a apresentar sua defesa no caso no início de 2025. A atriz tem 15 dias para se manifestar sobre o assunto, até a última semana deste mês. Os advogados de ambas as partes ainda não se pronunciaram. 

Caso Miguel 

No caso em questão, Miguel caiu do 9º andar de um prédio residencial, quando a mãe da criança, Mirtes Renata Santana, trabalhava como empregada doméstica para Sari Corte Real. Mirtes levou o filho para o trabalho porque a creche estava fechada devido à pandemia. 

Enquanto Mirtes passeava com o cachorro da família, Sari ficou responsável por Miguel. O menino, sozinho, acessou uma área de maquinaria, caiu da janela e morreu. Em 2022, Sari foi condenada a 8 anos e 6 meses de prisão por abandono de incapaz com resultado morte. A defesa recorreu da sentença e, em novembro de 2023, o TJPE reduziu a pena para 7 anos de detenção. 

Ambas as partes recorreram: a família da vítima pedindo o aumento da pena, enquanto a defesa de Sari solicita a redução. 

Os recursos ainda precisam ser julgados pelo TJPE e, caso haja discordância, pode haver novo recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

 



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