Letícia Birkheuer denuncia ter sofrido agressões de ex-marido: 'tentou me destruir'

Atriz disse que chegou a ser ameaçada dentro de um restaurante na frente do filho do casal

Matéria por  Redação
31 de Março de 2024 - 16:09
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A atriz Letícia Birkheuer denunciou que sofreu agressões do ex-marido, o empresário Alexandre Furmanovich, em um relato publicado nas redes sociais neste domingo (31). "Nenhuma mulher deve ser agredida, violada ou ameaçada", desabafou. Ela informou que tem testemunhas, vídeos e medidas cautelares na Justiça contra o ex. 

Letícia pontuou que fez o pronunciamento "em respeito às milhares de mulheres vítimas de violência doméstica" e encorajou denúncias. 

"Fui agredida durante o casamento. Mais de 10 anos após estar separada, fui ameaçada de forma grave, injusta, dentro de um restaurante. A violência contra nós mulheres não para. Meu ex-marido, pai do meu filho, gritava, em um restaurante, que só não quebraria minha cara porque estava na presença dele, de nosso filho, de uma criança", declarou a atriz. 

Letícia e Alexandre foram casados entre 2011 e 2013. Eles são pais de João Guilherme, de 10 anos. Até o momento, o empresário não se pronunciou sobre as acusações feitas pela atriz. 

Letícia e Alexandre Furmanovich foram casados entre 2011 e 2012
Legenda: Letícia e Alexandre Furmanovich foram casados entre 2011 e 2012
Foto: Reprodução/Instagram

Assista ao relato:

'Ele tentou e tenta me destruir', diz atriz 

Conforme o relato, a artista também foi vítima de agressões psicológicas. Ela conta que buscou "força e coragem na minha mãe, nas minhas tias, nas minhas avós, minhas amigas. Todas mulheres de fibra".

"Fui agredida psicologicamente. Ameaçada. Atemorizada. Ele tentou e tenta me destruir. Há testemunhas. Há vídeos. Há uma segunda medida cautelar da Lei Maria da Penha em meu favor. Nada disso o deteve. Sinto-me insegura, vulnerável, o pai de meu filho é um empresário do setor de joias, dono de joalheria, e que se sente muito poderoso. Mas não posso baixar a cabeça", desabafa. 

Ela finaliza o relato e diz: "Resta-me confiar nas autoridades públicas e lutar para que a mulher seja respeitada pelo simples fato de ser mulher. Se esse meu relato inibir um único ato de violência, terá significado expor um assunto que tanto me entristece e fragiliza. Não se calem. Em caso de violência doméstica, procurem a Polícia, a Justiça. Lutem pelos seus direitos". 



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