Cid Moreira perdeu neto em acidente e filha, Jaciara, vítima de enfisema pulmonar; relembre

Em vida, jornalista expressou desejo de ser enterrado com os familiares, que estão sepultados em Taubaté (SP)

Matéria por  Redação
03 de Outubro de 2024 - 11:48
capa da noticia

O jornalista Cid Moreira faleceu, na manhã desta quinta-feira (3), aos 97 anos, em Petrópolis (RJ). Ao longo dos quase um século de vida, ele vivenciou experiências dolorosas, como a perda da única filha mulher, Jaciara Moreira, que morreu aos 50 anos em 2020, devido a um enfisema pulmonar. Antes disso, o comunicador passou pelo luto de perder o neto, filho da herdeira, vítima de um acidente de carro em 1996.

Antes de partir, o profissional expressou o desejo de ser enterrado em Taubaté, São Paulo, onde estão sepultados ambos os familiares e a primeira esposa dele, revelou a viúva Fátima Sampaio nesta manhã.

"Ele quer ser enterrado em Taubaté, perto da primeira esposa, da filha que foi, do neto que foi", detalhou a viúva em entrevista ao programa "Encontro com Patrícia Poeta", da TV Globo.

Na época do falecimento de Jaciara, Cid desabafou, em publicação nas redes sociais: "Não perdi a minha filha bebê, ela era bem adulta e mesmo assim uma parte de mim morreu com ela. Imagina os sonhos e as expectativas que uma criança traz para nossas vidas?" 

Já o neto do jornalista, o modelo Alexandre Moreira, faleceu aos 21 anos, em 1996, num acidente de carro no km 89 da via Dutra, em Pindamonhangaba (140 km de São Paulo), conforme informações do jornal O Globo. O jovem, que era filho de Jaciara, bateu o carro contra a lateral de um caminhão e não resistiu aos ferimentos, falecendo no local. Na época, a Polícia concluiu que a colisão foi provocada por uma conversão irregular executada pelo motorista do veículo de grande porte. 

Falecimento de Cid Moreira

Cid Moreira estava hospitalizado na Clínica Santa Teresa, em Petrópolis, na região Serrana do Rio, com um quadro de pneumonia. À TV Globo, a unidade de saúde informou que a morte dele aconteceu em decorrência de uma falência de múltiplos órgãos.

Ainda conforme Fátima, há anos o marido convivia com um problema crônico no rim e realizava hemodiálise — procedimento artificial que substitui as funções renais quando estes órgãos estão danificados e não conseguem filtrar o sangue.



Você atingiu o limite de matérias gratuitas desse mês, adquira uma assinatura digital para desbloquear esta notícia e mais do melhor jornalismo local

Já é assinante? Entre com sua conta
Logo

Tenha acesso ilimitado ao maior portal de notícias do Nordeste

DN FREE

Crie uma conta gratuita e desbloqueie o conteúdo completo.
Gratuito
Acesse mais conteúdos de forma gratuita
Fique conectado às principais notícias e assuntos que movimentam o Nordeste
Explore conteúdos com credibilidade e mantenha-se sempre bem informado

DN MENSAL

Acesso ilimitado a todo conteúdo digital.
R$ 1200 /mês

Tudo do plano gratuito, e:

App Diário do Nordeste
Diário do Nordeste: Assinatura Digital
Diário do Nordeste: Assinatura Física

DN ANUAL

60 dias gratuitos. Acesso ilimitado a todo conteúdo digital.
R$ 12000 /ano

Tudo do plano gratuito, e:

Diário do Nordeste: Assinatura Digital

Teste Cartão Rede

Teste Cartão
R$ 1000 /mês

Tudo do plano gratuito, e:

Teste Limitação

Teste-teste
R$ 990 /mês

Tudo do plano gratuito, e:

Diário do Nordeste: Assinatura Digital

Precisa de Ajuda?

Entre em contato com a nossa central de atendimento: