Carolina Dieckmann diz que sentiu bonita pela 1ª vez quando ficou careca

Ela raspou o cabelo quando estava no elenco de “Laços de Família”, no ano 2000

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
26 de Maio de 2025 - 15:53
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Legenda: Carolina Dieckmann falou sobre quando passou a se enxergar bonita
Foto: Reprodução/Instagram

No ar em “Vale tudo”, como Leila, Carolina Dieckmann surpreendeu ao revelar que só se sentiu bonita pela primeira vez na vida quando ficou careca em “Laços de Família”. A novela foi ao ar em 2000, e a atriz dava vida à Camila, que vivia um tratamento de câncer na trama.

“A primeira vez que me senti bonita foi quando estava careca. É doido isso, porque, talvez, foi o momento em que as pessoas menos esperavam que eu fosse me sentir bonita. As pessoas olhavam para mim e choravam, ficavam emocionadas e descobri isso de alguma forma. Sempre achei que ser a loirinha, de olho claro era uma beleza boba. Quando raspei a cabeça, achei meu rosto forte”, disse, à Quem.

Quando se viu no espelho sem os cabelos, a atriz explicou que passou a entender suas proporções. "Comecei a me olhar de outro jeito, comecei a entender melhor as minhas proporções e parei de achar minha beleza uma coisa boba. Acho que eu mesma tinha um preconceito com ser loirinha, nariz arrebitado, olho verde, esses estereótipos todos. Desde que raspei o cabelo, a partir dali, que eu tinha 20 anos, comecei a me achar interessante, comecei a gostar de mim", pontuou.

Mudança física

Recentemente, Carolina teve que passar por outra mudança desafiadora: perder peso para viver uma escritora com alcoolismo no filme "(Des)Controle", que ainda será lançado. Sua mudança física gerou comentários negativos em suas redes sociais, e pessoas chegaram a questionar a saúde da atriz.

“Acho que lido muito bem. Tive que fazer um regime, emagreci bastante para o filme e fui muito cobrada por isso. De verdade, não fico nem um pouco chateada. Só fico chateada quando a pessoa vai no Instagram chamar de 'cracuda' [usuária de entorpecentes], falar que estou doente. Penso: 'Poxa, por que que essa pessoa está me chamando de doente?'. É um jeito de falar que não me agrada". 

Acho que não é legal a gente falar de ninguém, nem quem está doente, nem quem não está. Mas quando alguém vem dar opinião: 'Acho que você está isso, acho que você está aquilo'... Acho que estou ótima. Quem tem que achar como estou e sentir, sou eu. Então, não fico chateada”, concluiu.

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