'A Parada pela Diversidade é uma celebração de amores e também é um ato político', reforça ativista

Em entrevista ao Diário do Nordeste, a presidente do Grupo de Resistência Asa Branca (GRAB), Dary Bezerra, ativista LGBTQIA+, reforça a relevância do evento que ocorre desde 1999

Escrito por Thatiany Nascimento thatiany.nascimento@svm.com.br
25 de Junho de 2023 - 09:00
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Legenda: A Parada pela Diversidade Sexual ocorre há mais de 20 anos em Fortaleza
Foto: Fabiane de Paula
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Um evento que ocorre desde 1999 em Fortaleza, mobiliza uma parcela da população e une celebrações pelas vidas que resistem, apesar dos obstáculos, e reivindicações por efetivação de direitos. A Parada pela Diversidade Sexual, na Capital, chega à 22ª edição e, neste domingo (25), ocupará novamente a Av. Beira-Mar. Após mais de 20 anos, defendem os organizadores, o evento, dada as vulnerabilidades não superadas, continua necessário e, por isso, assegura a presença de centenas de participantes.

Tradicionalmente, a Parada ocorre a partir das 15h na Av. Beira-Mar e a estrutura conta com um conjunto de trios elétricos, em uma programação que mistura cores, músicas, apresentações, performances e ativismo político. O evento é gratuito. Em 2023, o tema da Parada é “Vraaahh!!! Todes nas lutas por políticas públicas: por quem se foi, por quem está e por quem virá!”. 

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